Tour em Coimbra

Coimbra é uma das cidades mais antigas do país, foi a capital de Portugal antes de Lisboa, até 1255, e nela está o primeiro Panteão Nacional, o Mosteiro de Santa Cruz. Cidade de ruas estreitas, pátios, escadinhas e arcos medievais, Coimbra foi berço de nascimento de seis reis de Portugal, da Primeira Dinastia, assim como da primeira Universidade do País e uma das mais antigas da Europa. Os Romanos chamaram à cidade, que se erguia pela colina sobre o rio Mondego, Emínio (Aeminium). Mais tarde, com o aumento da sua importância passou a ser sede de Diocese, substituindo a cidade romana de Conímbriga, donde derivou o seu novo nome. Em 711 os mouros chegaram à Península Ibérica e a cidade passa a chamar-se Kulūmriyya, tornando-se num importante entreposto comercial entre o norte cristão e o sul árabe, com uma forte comunidade moçárabe. Em 871 torna-se Condado de Coimbra mas apenas em 1064 a cidade é definitivamente reconquistada por Fernando Magno de Leão. Coimbra renasce e torna-se a cidade mais importante abaixo do rio Douro, capital de um vasto condado governado pelo moçárabe Sesnando. Com o Condado Portucalense, o conde D. Henrique e a rainha D. Teresa fazem dela a sua residência, e viria a ser na segurança das suas muralhas que iria nascer o primeiro rei de Portugal], D. Afonso Henriques, que faz dela a capital do condado, substituindo Guimarães em 1129.

A Universidade

A Universidade de Coimbra (UC) é uma das instituições de ensino superior mais antigas e prestigiadas do mundo, além de ser um símbolo da história e cultura de Portugal. Fundada em 1290 pelo rei D. Dinis, inicialmente em Lisboa, ela é a universidade mais antiga do país e uma das primeiras da Europa. Em 1308, foi transferida para Coimbra, mas alternou entre Lisboa e Coimbra várias vezes até se estabelecer definitivamente em Coimbra em 1537, por ordem do rei D. João III. Em 2013, a Universidade de Coimbra foi declarada Patrimônio Mundial da UNESCO, destacando-se sua história, arquitetura e influência cultural. Os seus principais pontos são: O Paço das Escolas é o coração histórico da Universidade de Coimbra e um dos locais mais emblemáticos da cidade. Este complexo arquitetônico, situado no topo da colina de Coimbra, reúne alguns dos edifícios mais importantes da universidade e oferece uma vista deslumbrante sobre a cidade e o rio Mondego. Paço das Escolas, o coração da universidade, onde se encontram os edifícios históricos mais emblemáticos O Paço das Escolas não é apenas o centro da Universidade de Coimbra, mas também um símbolo da história e cultura portuguesa. Ele representa séculos de conhecimento, tradição e inovação, sendo um local de grande orgulho para os portugueses. A Torre da Universidade é um dos símbolos mais icônicos de Coimbra e da Universidade de Coimbra. Localizada no coração do Paço das Escolas, ela domina a paisagem da cidade e oferece uma vista deslumbrante sobre Coimbra e o rio Mondego. Construída entre 1728 e 1733, durante o reinado de D. João V, no auge do período barroco em Portugal, substituiu uma torre medieval anterior, que fazia parte do antigo Palácio Real. O projeto foi liderado pelo arquiteto italiano Giuseppe Antonio e pelo mestre pedreiro Gaspar Ferreira. A torre foi construída para abrigar os sinos que marcavam o ritmo da vida académica, como o início e o fim das aulas.

A Biblioteca Joanina

A Biblioteca Joanina, construída entre 1717 e 1728, sob o patrocínio do rei D. João V, é um dos tesouros mais impressionantes da Universidade de Coimbra e um dos edifícios mais deslumbrantes do mundo, um exemplo magnífico do estilo barroco e um símbolo do esplendor cultural e científico de Portugal na época, A fachada é imponente, com esculturas e elementos decorativos que representam o conhecimento e a sabedoria. A biblioteca é dividida em três salas principais, conectadas por arcos decorados, as paredes são revestidas com estantes de madeira exótica, douradas e entalhadas e o tecto é adornado com afrescos que representam temas como o triunfo da ciência e das artes.

Capela de São Miguel

A Capela de São Miguel é uma das joias escondidas no Paço das Escolas da Universidade de Coimbra. Esta capela, dedicada ao arcanjo São Miguel, é um exemplo impressionante da arquitetura e arte barroca em Portugal. A capela foi originalmente construída no século XII, durante o período românico, como parte do antigo Palácio Real de Coimbra. e no século XVI, durante o reinado de D. Manuel I, a capela foi reformada e ganhou elementos do estilo manuelino. No século XVIII, a capela passou por uma grande reforma, adquirindo o estilo barroco que vemos hoje. A decoração interior, incluindo os azulejos e o órgão, foi adicionada durante essa reforma. A fachada é simples, mas o interior é deslumbrante. A entrada principal é marcada por um portal manuelino, com elementos decorativos típicos do estilo, como cordas e motivos marítimos; o interior é ricamente decorado com azulejos azuis e brancos do século XVIII, considerados alguns dos mais belos exemplares do século XVIII em Portugal, que retratam cenas religiosas e alegóricas e o teto é pintado com afrescos que representam cenas bíblicas e figuras angelicais. O altar-mor é em talha dourada, típica do barroco português, com imagens de santos e anjos. Um dos destaques da capela é o órgão barroco, construído no século XVIII, decorado com motivos dourados e é ainda utilizado em concertos e cerimônias especiais.

Sé Velha

A Sé Velha de Coimbra (Catedral Velha de Coimbra) é um dos monumentos mais importantes e impressionantes da cidade, sendo um dos melhores exemplos da arquitetura românica em Portugal. A construção da Sé Velha começou em 1146, logo após a reconquista de Coimbra aos mouros, e foi concluída no final do século XII, foi encomendada por D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, como símbolo do poder cristão e da independência do reino. A Sé Velha foi a principal catedral de Coimbra durante séculos, testemunhando eventos importantes, como coroações e casamentos reais. No século XVI, com a construção da Sé Nova, a Sé Velha perdeu parte de sua importância, mas continuou a ser um local de culto e devoção. A Sé Velha é um exemplo magnífico do estilo românico, com influências do românico europeu e elementos que refletem a transição para o gótico. A fachada principal é imponente, com um portal decorado com arquivoltas e capitéis esculpidos com motivos vegetais e animais., as paredes são robustas, com pequenas janelas, características do estilo românico, que priorizava a defesa e, torre-lanterna, no cruzamento das naves, é um elemento distintivo da catedral. O interior é austero e solene, típico do românico, com três naves separadas por arcos de volta perfeita. O altar-mor, em estilo gótico, foi adicionado no século XVI e é uma obra-prima de talha dourada e o claustro, construído no século XIII, é um dos mais antigos de Portugal e combina elementos românicos e góticos. A catedral possui várias capelas laterais, decoradas com pinturas, esculturas e azulejos. A Capela do Santíssimo Sacramento é particularmente impressionante, com sua decoração barroca.

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Sé Nova de Coimbra

A Sé Nova de Coimbra (Catedral Nova de Coimbra) é um dos edifícios religiosos mais importantes da cidade, representando uma transição arquitetónica entre o maneirismo e o barroco. A Sé Nova foi construída pelos jesuítas no século XVI, como parte do Colégio das Onze Mil Virgens, uma instituição religiosa e educacional. A sua construção começou em 1598 e foi concluída em 1698, levando quase um século para ser finalizada. Em 1772, após a expulsão dos jesuítas de Portugal pelo Marquês de Pombal, a igreja foi doada à diocese de Coimbra e tornou-se a nova catedral da cidade, substituindo a Sé Velha como sede episcopal. A Sé Nova é um exemplo impressionante da arquitetura maneirista e barroca, com influências do estilo jesuíta. A fachada principal é imponente, com três portais decorados com colunas e nichos que abrigam estátuas de santos e as torres laterais, com cúpulas bulbosas, são uma característica marcante da catedral. O interior é espaçoso e luminoso, com uma nave central e várias capelas laterais; o altar-mor, em estilo barroco, é ricamente decorado com talha dourada e esculturas e o teto da nave é pintado com afrescos que retratam cenas bíblicas e figuras religiosas. A catedral abriga um órgão barroco do século XVIII, que ainda é utilizado em concertos e cerimônias especiais

Mosteiro de Santa Cruz

O Mosteiro de Santa Cruz é um dos monumentos mais importantes e históricos de Coimbra, com um papel central na formação de Portugal como nação. Fundado no século XII, ele é um exemplo magnífico da arquitetura românica e manuelina, além de abrigar os túmulos dos dois primeiros reis de Portugal: D. Afonso Henriques e D. Sancho I. O mosteiro foi fundado em 1131 por um grupo de cónegos regrantes da Ordem de Santo Agostinho, com o apoio de D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, tornando-se um centro religioso, cultural e político de grande importância durante a Idade Média. No século XVI, durante o reinado de D. Manuel I, o mosteiro passou por uma grande reforma, ganhando elementos do estilo manuelino, como portais decorados e abóbadas intricadas. O mosteiro foi um local de formação intelectual e espiritual, abrigando uma escola que educou muitas figuras importantes da história portuguesa. Além disso, foi aqui que o rei D. Afonso Henriques foi inicialmente sepultado, antes de seus restos serem transferidos para o Panteão Real. O Mosteiro de Santa Cruz combina elementos românicos, góticos e manuelinos, refletindo as diferentes fases de sua construção e reforma. A fachada principal, reformada no século XVI, é um exemplo impressionante do estilo manuelino, com um portal ricamente decorado com motivos marítimos, esferas armilares e a cruz de Cristo. A torre sineira, construída no século XVIII, domina a paisagem da cidade. A Igreja de Santa Cruz é o coração do mosteiro, com uma nave única e abóbadas decoradas; O púlpito e o túmulo de D. Afonso Henriques são obras-primas da escultura renascentista portuguesa e o coro alto é decorado com cadeiras de madeira entalhada e painéis que retratam cenas da vida de Santo Agostinho. O claustro, construído no século XVI, é um dos mais belos exemplos do estilo manuelino, decorado com arcos intricados, colunas torsas e capitéis esculpidos com motivos vegetais e simbólicos. Esta sala, onde os monges se reuniam para discutir assuntos importantes, é decorada com azulejos do século XVIII que retratam cenas da vida de Santo Agostinho.

Jardim Botânico

O Jardim Botânico da Universidade de Coimbra é um dos jardins botânicos mais antigos e belos da Europa, além de ser um local de grande importância científica, histórica e turística. Criado em 1772, durante a reforma pombalina da Universidade de Coimbra, sob a direção do Marquês de Pombal, foi projetado para apoiar o estudo da botânica e da medicina, sendo inicialmente parte da Faculdade de História Natural. Ao longo dos séculos, o jardim foi expandido e enriquecido com espécies de plantas de todo o mundo, graças às expedições científicas portuguesas. Hoje, o Jardim Botânico é um espaço classificado como Monumento Nacional e integra o patrimônio da Universidade de Coimbra, reconhecido como Património Mundial da UNESCO. O jardim cobre uma área de 13,5 hectares e está dividido em várias seções, cada uma com suas características únicas: Localizado na parte superior, próximo à entrada principal, este jardim é composto por canteiros geométricos, fontes e esculturas, aqui estão as estufas, que abrigam plantas tropicais e subtropicais. Uma área de floresta densa, com trilhas que levam os visitantes por um ambiente natural e tranquilo, é o lar de árvores centenárias, como uma sequoia gigante e um dragoeiro. A Estufa Grande, construída no século XIX, é um dos destaques do jardim. O Jardim Botânico é um importante centro de pesquisa em botânica, ecologia e conservação de espécies. Ele abriga um herbário com mais de 800 mil amostras de plantas e várias árvores centenárias, incluindo uma sequoia gigante plantada no século XIX. O jardim possui mais de 1.200 espécies de plantas, incluindo espécies raras e exóticas.

Portugal dos Pequenitos

O Portugal dos Pequenitos é um parque temático localizado em Coimbra, especialmente projetado para crianças, mas encantador para visitantes de todas as idades. Inaugurado em 1940, ele oferece uma viagem lúdica e educativa pela história, arquitetura e cultura de Portugal e dos países de língua portuguesa. O parque foi idealizado por Bissaya Barreto, um médico e professor universitário, e projetado pelo arquiteto Cassiano Branco. Foi inaugurado em 8 de junho de 1940, com o objetivo de ser um espaço educativo e divertido para crianças e ao longo dos anos, o parque foi ampliado para incluir representações das regiões autónomas de Portugal (Açores e Madeira) e dos países de língua portuguesa. O parque é dividido em várias áreas temáticas, cada uma com miniaturas e réplicas detalhadas: Portugal Continental - Réplicas em miniatura dos monumentos mais famosos de Portugal, como:Torre de Belém (Lisboa), Mosteiro dos Jerónimos (Lisboa), Palácio da Bolsa (Porto), Capela dos Ossos (Évora) Casas Regionais - Representações das típicas casas regionais portuguesas, mostrando a diversidade arquitetônica do país. Países de Língua Portuguesa- Miniaturas de monumentos e elementos culturais dos países africanos de língua portuguesa (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe), do Brasil e de Timor-Leste. Açores e Madeira - Réplicas de elementos típicos dessas regiões autónomas, como moinhos de vento e casas tradicionais. Área de Lazer - Espaços para brincar, incluindo parques infantis e áreas de piquenique As réplicas são construídas em uma escala de 1:10, tornando-as perfeitas para as crianças explorarem. O Portugal dos Pequenitos serviu de inspiração para outros parques temáticos ao redor do mundo. e é considerado um importante espaço de divulgação da cultura portuguesa e um símbolo de Coimbra.

Quinta das Lágrimas

A Quinta das Lágrimas é um local histórico e encantador em Coimbra, conhecido por sua beleza natural e por estar associado a uma das mais famosas histórias de amor de Portugal: o romance entre D. Pedro I e Inês de Castro. A Quinta das Lágrimas era originalmente uma propriedade rural pertencente aos monges do Mosteiro de Santa Cruz. No século XIV, tornou-se um local de repouso e lazer para a corte portuguesa. A quinta é famosa por estar ligada ao trágico romance entre D. Pedro I (futuro rei de Portugal) e Inês de Castro, sua amada. Segundo a lenda, Inês foi assassinada em 1355 por ordem do rei D. Afonso IV, pai de D. Pedro, que não aprovava o relacionamento. Diz-se que as lágrimas de Inês caíram em uma fonte da quinta, que ficou conhecida como Fonte das Lágrimas. A fonte é o ponto central da lenda de Pedro e Inês. Suas águas são tingidas de vermelho devido às algas, o que reforça a associação com o sangue de Inês. Os jardins da quinta são deslumbrantes, com espécies de plantas exóticas, árvores centenárias e caminhos tranquilos. Há também um jardim de buxo, inspirado nos jardins renascentistas. As ruínas de um antigo palácio medieval podem ser vistas nos jardins, adicionando um toque de mistério e história ao local. No século XX, a quinta foi transformada em um hotel de luxo, o Hotel Quinta das Lágrimas, que preserva a história e a atmosfera do local. A história de Pedro e Inês inspirou inúmeras obras literárias, incluindo peças de teatro, poemas e romances. O poeta Luís de Camões imortalizou o romance em seu épico "Os Lusíadas". A Quinta das Lágrimas é um local único, que combina história, romance e natureza. Ela oferece uma experiência inesquecível para quem visita Coimbra, permitindo que os visitantes mergulhem em uma das mais belas e trágicas histórias de amor de Portugal.

Convento de Santa Clara-a-Velha

O Convento de Santa Clara-a-Velha é um dos monumentos históricos mais importantes de Coimbra, conhecido por sua arquitetura gótica e por sua ligação com a Rainha Santa Isabel. Localizado às margens do Rio Mondego, o convento tem uma história fascinante e um destino trágico, já que foi parcialmente submerso pelas águas do rio. O convento foi fundado em 1283 pela rainha D. Isabel de Aragão, mais conhecida como Rainha Santa Isabel, para abrigar freiras da Ordem das Clarissas. Devido à sua localização próxima ao Rio Mondego, o convento sofreu com inundações frequentes desde o século XIV. No século XVII, as inundações tornaram-se tão severas que as freiras foram obrigadas a abandonar o convento e mudar-se para um novo local, o Convento de Santa Clara-a-Nova. Após o abandono, o convento ficou em ruínas e foi gradualmente soterrado pelos sedimentos do rio. No final do século XX, iniciaram-se escavações arqueológicas que revelaram grande parte da estrutura original, áreas como o refeitório, a cozinha e os dormitórios das freiras, oferecendo uma visão da vida monástica medieval. O Convento de Santa Clara-a-Velha é um exemplo impressionante da arquitetura gótica em Portugal. A Igreja do convento é o elemento mais bem preservado, com abóbadas altas e vitrais que filtram a luz natural; o túmulo original da Rainha Santa Isabel estava localizado aqui, antes de ser transferido para o Convento de Santa Clara-a-Nova e o claustro, parcialmente reconstruído, é um espaço tranquilo e sereno, com arcos góticos e colunas decoradas. O convento é classificado como Monumento Nacional e é um dos locais históricos mais importantes de Coimbra.

Arco de Almedina

O Arco de Almedina é um dos monumentos históricos mais emblemáticos de Coimbra, testemunhando a rica história medieval da cidade. Localizado na Baixa de Coimbra, este arco era a principal entrada da antiga muralha que protegia a cidade durante a Idade MédiA. O Arco de Almedina foi construído no século XI, durante o período muçulmano, como parte das muralhas defensivas de Coimbra. O nome "Almedina" vem do árabe "al-medina", que significa "a cidade", indicando sua importância como porta de entrada principal. O arco servia como ponto de controle e defesa, permitindo o acesso à cidade intramuros e durante a Idade Média, era o local onde se cobravam impostos sobre mercadorias e se controlava o fluxo de pessoas. No século XVI, o arco foi reformado e ganhou uma torre, que abrigava a Casa da Guarda. A estrutura foi adaptada para incluir uma escadaria e uma passagem coberta. O Arco de Almedina combina elementos medievais e renascentistas, refletindo as diferentes fases de sua construção e reforma. A torre renascentista, construída no século XVI, é um dos destaques do arco, abriga um pequeno museu que conta a história das muralhas de Coimbra e da vida na cidade medieval. A passagem sob o arco é estreita e coberta, com uma escadaria que leva ao topo da torre.

Conímbriga

Conímbriga é um dos maiores sítios arqueológicos romanos escavados em Portugal e está classificado como Monumento Nacional. Localizada perto da vila de Condeixa-a-Nova, a cerca de 15 quilómetros de Coimbra, este sítio arqueológico oferece uma visão fascinante da vida romana na Península Ibérica. Conímbriga foi originalmente um povoado celta antes de ser conquistada pelos romanos em 139 a.C. A cidade prosperou durante o Império Romano, especialmente nos séculos I e II d.C., e foi abandonada no século V após invasões dos Suevos e Visigodos. Os Destaques Arqueológicos são as Muralhas da Cidade, Construídas no século III d.C. para proteção contra invasões bárbaras; as Casas Romanas, exemplos bem preservados da arquitetura doméstica romana, incluindo a Casa das Fontes e a Casa de Cantaber, que apresentam mosaicos intricados e pátios com colunatas; as Termas, complexos de banhos públicos e privados que mostram a engenharia e a vida social romana, o Fórum, um espaço público central da cidade, rodeado por templos e edifícios administrativos e, Mosaicos, alguns dos mais impressionantes mosaicos romanos de Portugal, com cenas mitológicas, padrões geométricos e representações da vida quotidiana. O museu no local exibe artefactos escavados no sítio, incluindo cerâmicas, moedas, ferramentas e esculturas, fornecendo contexto para as ruínas. Conímbriga é um local fundamental para compreender a urbanização e a cultura romana na Lusitânia (atual Portugal e partes de Espanha).

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